Adufértil

PT EN

Notícias

Nesta área você encontrará mais informações e notícias sobre o mercado agrícola e de fertilizantes no Brasil e no mundo.

FAO: uso global de fertilizantes passará de 200 milhões de toneladas em 2018

adufertil f

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), alertou que o uso global de fertilizantes vai chegar a 200,5 milhões de toneladas em 2018. Segundo a agência da ONU, o consumo mundial de fertilizantes vai aumentar 1,8% anualmente pelos próximos três anos. O cálculo consta do relatório Tendências e Panorama Mundial sobre o Uso de Fertilizantes lançado pela organização.

Ao mesmo tempo, o documento diz que “a capacidade global para o uso de produtos fertilizantes, intermediários e matéria bruta deve crescer ainda mais”. A procura por fertilizantes de nitrogênio, os mais usados, deve aumentar mais na África Subsaariana, cerca de 4,6% por ano. Os outros dois fertilizantes muito utilizados são de fósforo e potássio.

O relatório mostra que apesar da projeção de um forte crescimento do uso de fertilizantes na região, o mais rápido do mundo, a África vai continuar a ser o maior exportador de nitrogênio com mais de 3,4 milhões de toneladas.

Ásia

A FAO afirmou que o leste e o sul da Ásia consomem 60% de toda a produção de fertilizantes de nitrogênio no mundo. A agência prevê que o crescimento nestas regiões será moderado até 2018.

O aumento do uso na América do Norte deve chegar a 0,5% por ano, aproximadamente 300 mil toneladas, mas na Europa, a FAO diz que os agricultores devem reduzir o uso dos fertilizantes em pelo menos 50 mil toneladas.

As diferenças entre as demandas totais de nitrogênio continuaram muito altas. Em 2018, a FAO estima que África vai precisar de 4,1 milhões de toneladas, a Europa 15,7 milhões e as Américas 23,5 milhões de toneladas.

Mas a maior procura vai ocorrer na Ásia, com 74,2 milhões de toneladas de fertilizantes de nitrogênio.

FONTE: Rádio Nações Unidas
Edgard Júnior

Recorde no campo: 200 milhões de toneladas

adufertilf2

O país poderá superar as 200 milhões de toneladas, mesmo com as incertezas climáticas e as tendências de queda na liquidez e elevação dos juros no mercado internacional (com impacto sobre os preços das commodities); a expectativa é da Sociedade Nacional da Agricultura

5 de Janeiro de 2015 às 12:14

O país poderá atingir novo recorde na safra de grãos 2014/2015 – superando as 200 milhões de toneladas, mesmo com as incertezas climáticas e as tendências de queda na liquidez e elevação dos juros no mercado internacional (com impacto sobre os preços das commodities).

A expectativa é da Sociedade Nacional da Agricultura (S.N.A) para quem o recorde histórico é decorrente de um “pequeno crescimento” na área plantada e “melhoria da produtividade”. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da S.N.A, Antônio Avarenga, disse que o crescimento, mesmo em meio a adversidades, é a prova de que o agronegócio responde bem às ações do governo, como incentivos fiscais e planos específicos.

“Essa será uma safra muito boa, com resultados recordes e um pouco acima do da safra no período imediatamente anterior, apesar dos problemas climáticos, principalmente. Isso se deve ao aumento da área plantada e da produtividade. E é uma prova de que o agronegócio responde bem aos estímulos do governo, que implementou um plano safra satisfatório”, disse.

Antonio Alvarenga adiantou que a entidade prevê crescimento de 1,5% da área destinada ao plantio e produção 4% superior à safra anterior, em parte por causa do maior aproveitamento da safra graças à melhoria de processos tecnológicos no campo.

Apesar das boas perspectivas, a S.N.A alerta para eventuais problemas climáticos. “Todas as previsões devem ser vistas com reservas, tendo em vista a possibilidade de eventos climáticos que venham alterar a produtividade”, ressaltou.

Apesar das projeções de safra recorde, o agronegócio deverá, segundo o diretor da entidade Hélio Sirimarco. Dar uma contribuição menor para a balança comercial brasileira em 2015. “Existem indicações de queda ou estagnação das exportações do setor, com retração dos preços médios dos produtos exportados. A equação pressupõe, ainda, que a produção brasileira de grãos seguirá a trajetória antecipada pelos primeiros levantamentos de safra”, ressalta.

Fontes:

Voltar para Notícias